23 Nov 2015

         Corpo sem pele, o rio ainda assim não teme se expor. Não há outro ser capaz de permanecer íntegro ao revirar-se carne e entranhas a céu aberto. Não há outro corpo que se permite ser profanado por saber inabalável sua essência.

         Ao la...

2 Nov 2015

         O vento cismou de dar todos os passos de uma só vez, tropeçando em si mesmo no desequilíbrio dos bêbados, chocando-se contra a janela do quarto a gritar num desvario contínuo e incessante.

         O homem olha a janela como se, ao olhá-la,...

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